qua. nov 14th, 2018

Grupo suspeito de explodir PB-1 é preso com fuzil em flat na orla

Uma operação da Polícia Miliar prendeu, na tarde desta segunda-feira (10), cinco suspeitos de participação na explosão do Presídio de Segurança Máxima da Paraíba Romeu Gonçalves de Abrantes, o PB1 em Jacarapé.

Cinco mulheres também foram detidas durante a ação. Elas foram levadas para o Grupo de Operações Especiais da Polícia Civil (GOE), que irá apurar a possível autuação delas no crime.

De acordo com a Polícia Militar, o grupo estava hospedado em um flat na avenida João Maurício, na orla de Manaíra. Com os suspeitos, foi apreendido um dos fuzis e outras armas que teriam sido utilizado na ação.

Segundo as primeiras informações obtidas pela polícia, a quadrilha é de Campina Grande.

Entenda o caso 

Um grupo formado por vinte homens explodiu a entrada principal do Presídio PB1, no bairro Jacarapé, em João Pessoa, na madrugada desta segunda-feira (10). Com a ação, eles conseguiram facilitar a fuga de 92 apenados, dentre eles os suspeitos de explosão a bancos e carros-forte em diversos estados do Nordeste.

Mais cedo, a Força de Segurança da Paraíba concedeu uma entrevista coletiva e informou que até o início da tarde ao menos 41 presos haviam sido recapturados.

O secretário de Administração Penitenciária da Paraíba, tenente-coronel Sérgio Fonseca de Souza, afirmou que a quadrilha chegou em alguns veículos e começou a atirar contra as guaritas onde ficam os policiais que fazem a segurança da unidade prisional com armamento de uso exclusivo do exército.

Em seguida, eles explodiram a entrada principal do PB1 e serraram, usando um alicate, o cadeado da cela onde estavam os presos que seriam resgatados. Após soltá-los, os demais apenados conseguiram pegar o equipamento e abrir as outras salas.

Na região diversos moradores registraram por meio de vídeos, áudios e imagens uma madruga de pânico. Alguns chegaram a relatar que tiveram as casas e estabelecimentos invadidos.

Serviços da Prefeitura de João Pessoa, como escolas e Postos de Saúde, e da Universidade Federal da Paraíba foram suspensos.

MaisPB

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