Chuvas aumentam risco de doenças causadas por Aedes – Jornal A Página

Chuvas aumentam risco de doenças causadas por Aedes

De abril a julho, o período de chuvas é intenso, o que pode favorecer ao acúmulo de água parada se não houver cuidados redobrados.

O período chuvoso chegou e, com ele, o risco de doenças como dengue, zika e chikungunia. O acúmulo de água parada aumenta as chances de proliferação do mosquito Aedes Aegypti, que pode provocar essas doenças. Segundo o levantamento realizado pela Gerência de Vigilância Ambiental e Zoonoses (Gvaz) de 2018, o Índice de Infestação Predial (IIP) em João Pessoa é de 0,5%. Ou seja, a cada 200 imóveis, apenas um apresenta risco de reprodução do mosquito. Apesar do baixo índice de infestação, precisa-se manter os cuidados, pois as chuvas continuam. Veja abaixo.

Segundo a Climatempo, a Capital apresenta os meses de abril e julho como período com maior índice de chuvas. Para esses meses, a média prevista para as chuvas é de 337,25 milímetros (mm), o que equivale a 62,89% das chuvas esperadas para todo o ano de 2018.

O gerente de Vigilância Ambiental de João Pessoa, Nilton Guedes, destaca que neste período de chuvas, é necessária maior participação da população no cuidado com o descarte do lixo para evitar o acúmulo de água. “Estamos com baixo índice e numa situação confortável, mas não podemos relaxar e estar atentos a qualquer material que possa acumular água”, afirmou.

“É importante que as pessoas procurem averiguar seus quintais e verificar tudo o que, por ventura, possa acumular água, seja um saco plástico, um descartável e tantos outros pontos que podem juntar água e virar foco do mosquito. Também é importantíssimo verificar as calhas ou qualquer depósito em cima das casas que possa acumular água”, orienta o gerente da Vigilância Ambiental e Zoonoses, Nilton Guedes.

Embora algumas pessoas acreditem que apenas em casas com jardim e quintal podem ter focos do Aedes aegypti, dentro dos apartamentos também existem lugares que podem acumular água e se tornar criadouros, como potes de água para animais, floreiras em varandas, reservatório de água para pássaros, dependência de empregada pouco utilizada (pia e vasos sanitários), área de serviço (atrás da máquina de lavar roupa), aparador de água de filtros de parede, hortas e vasos nas janelas e sacadas.

Nas áreas comuns dos condomínios residenciais podem ser focos: piscinas e hidromassagem sem cobertura, churrasqueiras, play, floreiras, lava pés de piscinas, bromélias em jardins, instalações de salão de festas, banheiros e copa.

 

Imagem destacada: Reprodução internet.

 

Fonte: PORTAL CORREIO.

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Gilson Alves

Gilson Alves

Radialista DRT: 1.743 - PB e Jornalista DRT: 3.183 - PB. Diretor Geral do Jornal A Página.

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